PORQUÊ LULA

A Preferência por Lula: O caminho seguro de um Brasil que cresce e acolhe

Por: redação 

​No atual cenário político, à medida que o Brasil começa a desenhar o panorama para as próximas eleições presidenciais, uma constatação ganha força nas ruas e nas análises econômicas: a preferência pela continuidade do governo Lula não é fruto do acaso, mas o reflexo de um país que voltou a encontrar o rumo do desenvolvimento.

​Diferente de tempos recentes marcados pela instabilidade, o Brasil de hoje vive um momento de franco crescimento. Os índices econômicos, que muitos pessimistas duvidavam, mostram um país pujante, com o PIB surpreendendo positivamente, o desemprego em queda e a inflação sob controle. Mas, para além dos números frios das planilhas, existe o "Brasil real" — aquele que sente no bolso e na mesa de jantar a melhoria da qualidade de vida.

​O grande diferencial desta gestão, e que justifica a preferência de uma parcela significativa do eleitorado, é a fórmula que Lula sempre defendeu: o crescimento econômico só faz sentido se for compartilhado. Não adianta o país ficar rico se o povo continua pobre. É aqui que entra o olhar diferenciado do governo federal.

​Lula resgatou a premissa de que governar é, antes de tudo, cuidar de gente. As políticas públicas voltaram a abraçar os menos favorecidos, não como um favor, mas como um dever de Estado. O fortalecimento de programas de transferência de renda, a retomada da valorização do salário mínimo e o investimento em habitação popular devolvem algo que havia sido subtraído da população mais pobre: a dignidade.

​Quando se fala que "o Brasil precisa continuar caminhando em direção ao futuro", fala-se de um projeto onde os pobres estão incluídos no orçamento. É o reconhecimento de que o motor da economia gira mais rápido quando a base da pirâmide tem poder de compra e, acima de tudo, esperança.

​O eleitor percebe que o atual governo olha com carinho para quem mais precisa. Esse "carinho" se traduz em políticas que garantem que o filho do trabalhador possa sonhar com a universidade, que a farmácia popular funcione e que a fome deixe de ser um fantasma nos lares brasileiros.

​Diante disso, a preferência por Lula no cenário eleitoral se apresenta como a escolha pela segurança e pela empatia. Interromper esse ciclo agora seria arriscar um retrocesso. O Brasil reencontrou sua vocação para a grandeza, mas uma grandeza humanizada, onde o sucesso da nação é medido pelo bem-estar de seus cidadãos mais vulneráveis.

​Manter este caminho é garantir que o futuro não seja apenas uma promessa distante, mas uma realidade que já começou a ser construída, tijolo por tijolo, com trabalho, crescimento econômico e justiça social.

Categoria: